Finanças

Seguros de Saúde

Os seguros de saúde têm disparado os preços nestes últimos anos. Quando tive o meu piratinha, optei pela Multicare, mas desta vez estive a ler um pequeno estudo feito pela Proteste e cheguei à conclusão que a Médis será uma melhor opção. Se quiserem fazer uma escolha mais acertada, a Deco Proteste geralmente faz um estudo comparativo de seguros de saúde anualmente. 

Aliás, quando procuramos um seguro de saúde temos de ter atenção não só ao preço, mas também a uma série de pormenores escritos em letrinhas minúsculas.

Geralmente, os seguros de saúde oferecem três tipos de seguro de saúde:

1-O Básico que não dá para nada.

2-O Médio em que as consultas ficam mais baratas e temos direito a internamento, em caso de aborto por exemplo.

3-O Elevado, que para além das consultas ficarem mais baratas, e ter direito a internamento, inclui parto em hospital privado e dentista.

 

Com a Multicare escolhi um plano que incluía o parto num hospital privado, que nunca cheguei a utilizar, porque optei por ter o parto na Maternidade Alfredo da Costa. Desta vez. com a Médis optei por um plano médio, que não inclui o parto num hospital privado. E porquê?


Os prós e os contras do hospital privado vs. hospital público:

+Hospital Privado

1-O conforto de termos um quarto só para nós, onde o nosso companheiro pode pernoitar e onde podemos dormir sem interrupções.

2-A simpatia de todo o staff, porque quem paga tem direito a um atendimento de excelência.

3-A admissão no dia do parto é semelhante a um hotel: fazemos o check in e já levamos a nossa mala.

4-O parto é feito pelo nosso médico que nos acompanhou em todas as consultas.

5-As enfermeiras é que tratam do bebé: o banho, o vestir, etc.

6-A comida é boa.

 

+Hospital Público

1-Na enfermaria temos imensas pessoas com quem falar, outras mães com quem podemos partilhar experiências.

2-Tudo é aprendido em conjunto com demonstrações das enfermeiras: o banho, a muda da fralda, a limpeza do umbigo, o que se torna mais educativo, porque ouvimos as dúvidas das outras mães.

3-É tudo de graça.

4-Tive epidural quando a pedi e deram-ma, por isso já quebrei o mito de que nos públicos não dão epidural. Têm é que avisar imediatamente  as enfermeiras e o trabalho de parto não pode estar muito adiantado. Só podem levar epidural com 3/4 dedos de dilatação. Mais que isto, geralmente já não dão porque não irá fazer efeito. Atenção que se forem admitidas à noite os anestesistas vão-se embora e só são chamados em caso de urgência. Peçam a epidural antes de eles irem embora, mesmo que ainda não estejam a sentir muitas dores. Porque eles só voltam na manhã seguinte.

5-As enfermeiras-parteiras da Maternidade Alfredo da Costa têm muita experiência e senti-me completamente segura com elas. Nunca chamei pelo médico para fazer perguntas. Adorei!

6-A comida era deliciosa e podíamos escolher de uma ementa o prato que queríamos. Mas só posso falar pela Maternidade Alfredo da Costa.

 

-Hospital Privado

1-O seguro de saúde só paga o parto até um determinado limite - 2000€, 3000€ - por isso, quando subscrevem um plano de saúde veriquem qual é o limite pago. Imaginemos: 2000€ paga um parto normal num hospital privado, mas se precisarem de uma cesariana têm de pagar o excesso do vosso próprio bolso, que não é pouco, mais 1000€ aproximadamente.

2-O isolamento de um quarto privado torna-se chato. Dormimos melhor, mas quem tem a família longe e não vai receber visitas é uma seca.

3-Geralmente, os médicos não estão para se chatear e esperar pelo nosso próprio ritmo de parto. Tempo é dinheiro e acabamos sempre por ter um parto provocado que acaba em cesariana. Assim, o hospital recebe mais, porque as cesarianas são mais caras que os partos normais.

-Hospital Público

1-O desconforto que é estar numa enfermaria com mais 5 mães com bebés que não páram de chorar noite e dia.

2-A antipatia de algum do staff.

3-A casa de banho não fica dentro da enfermaria e temos de atravessar o corredor que, no Inverno, é gelado.

4-A hora da visita é para esquecer. Numa enfermaria com seis camas, estão 12 pessoas em simultâneo a falar alto durante pelo menos 1h. É desgastante!

5-Quando fazemos a admissão no hospital não podemos levar nada nosso. Só a roupa que levamos no corpo!

 

De qualquer modo, quando estiverem a subscrever o seguro leiam todas as letrinhas pequeninas das condições gerais e particulares. Tenham especial atenção a:

 

1-Períodos de carência

O período de carência é o tempo que temos de esperar para usufruir de alguns dos benefícios do seguro. No meu caso, da Médis, tenho de esperar 2 meses até poder ir a uma consulta médica, no caso de internamento, tenho de esperar 6 meses e parto 1 ano. Para quem quer ter parto num hospital privado tem de fazer as contas e verificar se na data prevista do parto já completou 1 ano de pagamentos mensais à seguradora.

 

2-Franquias

A franquia é um valor que temos de pagar obrigatoriamente quando usufruímos de algum benefício ou cobertura do seguro de saúde. No meu caso pessoal a Médis exige que quando eu tiver a primeira consulta médica pelo seguro (não interessa qual) tenho de pagar a consulta médica (15€) mais a franquia de 50€. É um roubo? É, mas o que vamos nós fazer! Por exemplo se for internada, tenho também de pagar uma franquia entre 200€ a 500€.

 

3-Coberturas e benefícios

Atenção que muitas vezes os seguros publicitam que a mensalidade é muito barata, mas na realidade a apólice não paga nada. Por isso, convém ler muito bem nas entrelinhas e saber de antemão que benefícios pretendemos, como parto, assistência ambulatória (consultas), internamento (hospitalização), etc. Também estabelecem limites: por exemplo o seguro pode pagar um parto no hospital, mas apenas pagam a factura se esta for até 3000€. Se o parto for mais caro temos de pagar a diferença do nosso bolso. Num hospital particular uma cesariana custa em média 3000€.

 

4-Custos das consultas/exames médicos

A seguradora é obrigada a informar do custo das consultas e exames médicos, independentemente do médico e/ou hospital que fala parte da lista da seguradora. Pela Médis uma consulta custa 15€ e uma ecografia 10€.Só vou a médicos e hospitais que façam parte da lista da seguradora, para me assegurar que efectivamente pago esses valores.

Artigo traduzido e adaptado do original Choosing life insurance da Equipa BabyCenter



Finanças familiares

Um bebé pode alterar drasticamente o nosso estatuto financeiro. Podemos ficar com despesas extra inesperadas e descobrir que o nosso salário afinal não chega. Por isso, com a experiência que tive com o meu piratinha deixo aqui ficar a lista dos custos previstos. Os valores são aproximados e, na realidade, podemos gastar mais ou menos:

 

CUSTOS MAMÃ

Antes de engravidar:

1-Seguro de saúde: se tiver cobertura para parto em hospital privado paga-se por volta dos 45€/mês durante 1 ano, visto que precisamos de pagar durante 1 ano inteiro antes de usufruirmos desse benefício. Sem a opção parto (como no meu caso) 24€/mês.

2-Vitaminas pré-natais: visto que se deve tomar as vitaminas pelo menos 3 meses antes das tentativas para engravidar, estou a tomar o Centrum Materna que custa por volta dos 17€/mês, visto que embalagem tem 30 cápsulas.

 

Durante a gravidez: 1508€ os 9 meses completos

1-Seguro de saúde 45€/mês (opção do seguro c/ parto no privado) ou 24€/mês (opção do seguro c/ parto no público)

2-Vitaminas pré-natais 17€/mês

3-Consultas/exames médicos: se for pelo seguro paga-se 15€/consulta e, considerando que a necessidade de consulta varia de acordo com o estado da gravidez (visto que no final da gravidez temos consultas todas as semanas) e considerando também uma gravidez dita normal o custo previsto é: 400€ (consultas, ecografias e análises pelo seguro de saúde).

4-Curso de preparação para o parto (250€)

5-Puericultura (mamã): É o momento certo para comprar artigos como a bomba de extrair leite, e todos os produtos que vão ser necessários depois do parto. Custo estimado (250€)

 

Parto:

1-Internamento (pagamento de franquia entre 200€ a 500€ se opção do seguro c/ parto no privado) ou 0.00 (opção do seguro c/ parto no público)

2-Mala da maternidade (mamã): basicamente a nossa mala são camisas de dormir e roupa interior (50€)

 

Pós-parto:

1-Vitaminas pré-natais 17€/mês

2-Aulas de pós-parto (100€)

3-Consulta ne ginecologista (90€)

 

CUSTOS BEBÉ

Antes de engravidar:

1-Custo zero, se não houver tratamentos de fertilidade.

 

Durante a gravidez:

1-Vestuário para o bebé (300€)

2-Puericultura, como fraldas, toalhitas, biberões, espreguiçadeira, berço, carrinho, banheira e todos os artigos que o bebé irá necessitar (1000€)

3-Infantário (reserva de vaga: 300€)

 

Parto:

1-Mala da maternidade (bebé): basicamente a nossa mala são camisas de dormir e roupa interior (50€)

 

Pós-parto:

1-A primeira consulta no pediatra (60€). Se o bebé tiver um seguro de saúde a consulta ficará mais acessível.

Artigo traduzido e adaptado do original Family finances overview for new parents da Equipa BabyCenter



Tratamentos de fertilidade: quanto custam

Enquanto tentamos engravidar, muitas surpresas podem surgir, especialmente aquela que menos queremos: tratamentos de fertilidade. Os tratamentos aqui apresentados poderão não estar disponíveis em Portugal.

 

Medicamentos

Os medicamentos de fertilidade, como o clomifeno e as gonadotrofinas regulam as hormonas reprodutivas e provocam a libertação de um ou mais óvulos por ciclo de ovulação. A maioria das mulheres fazem este tratamento pelo menos durante 3 a 6 meses antes de engravidarem ou de tentarem outro tipo de tratamento.

Efeitos secundários:O clomifeno pode provocar dores de cabeça, sintomas visuais, calores, cólicas, inchaço e secura vaginal. As gonadotrofinas podem causar dor, inchaço e erupções cutâneas. Ambos podem aumentar a probabilidade de ter gémeos ou mais.

Taxas de sucesso: Cerca de 30% a 60% das mulheres que usam medicamentos para a fertilidade (muitas vezes com inseminação artificial) conseguem engravidar.

Custo: Uma embalagem de clomifeno pode custar até 30€/mês (não incluindo o custo das consultas médicas, ecografias ou inseminações artificiais). As injecções de gonadotrofina podem custar entre 2000€ e 5000€ por mês (incluindo as consultas médicas e testes).

 

Cirurgia

A cirurgia pode ajudar a corrigir defeitos genéticos, a obstrução das trompas de falópio, remover a endometriose, miomas ou quistos dos ovários.

Efeitos secundários:Depois de uma laparoscopia pode-se sentir um desconforto temporário no peito e ombros, devido ao dióxido de carbono utilizado durante a cirurgia. Também se pode sentir dores abdominais durante alguns dias.

Taxas de sucesso: Cerca de 40% a 60% das mulheres que tiveram uma cirurgia para tratar a endometriose e cicatrizes  no endométrio conseguem engravidar. Entre 10% a 90% das mulheres que desobstruem as trompas, conseguem engravidar.

Custo: A cirurgia pode custar entre 3.000€ a 10.000€ no privado, sem seguro de saúde.

 

Inseminação Artificial (IUI-AIH)

Durante a inseminação artificial, uma dose concentrada de esperma (do nosso companheiro ou de um dador) é injectado no útero com um catéter.

Efeitos secundários:Depois da injecção do esperma no útero, pode-se sentir cólicas durante um dia. Também poderá ser necessário tomar medicamentos para a fertilidade, antes deste procedimento, aumentando a possibilidade de gravidez gemelar e o risco de síndrome de hiperestimulação ovárica.

Taxas de sucesso: Cerca de 5% a 25% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 150€ a 1000€ no total.

 

Fertilização in vitro (IVF)

Durante a fertilização in vitro (IVF) os óvulos retirados dos ovários são fertilizados com o esperma (do companheiro ou de um dador) no laboratório. O embrião que resulta dessa fertilização é inserido no útero feminino.

Efeitos secundários:Poderá ser necessário tomar medicamentos para a fertilidade, antes deste procedimento, aumentando a possibilidade de gravidez gemelar e o risco de síndrome de hiperestimulação ovárica. Utilizando o esperma do companheiro, será necessária uma amostra.

Taxas de sucesso: Cerca de 28% a 25% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 2500€ a 4000€ no total.

 

Transferência intrafalopiana de gâmetas  (GIFT)

Durante a transferência intrafalopiana de gâmetas (GIFT), os óvulos são misturados com o esperma (do companheiro ou dador) num laboratório e essa mistura é injectada cirurgicamente nas trompas de Falópio, de modo a que a fertilização possa ocorrer naturalmente dentro do corpo.

Efeitos secundários:Este procedimento tem um período de recuperação maior do que a FIV. Pode-se sentir um desconforto temporário no peito e ombros, devido ao dióxido de carbono utilizado durante a cirurgia. Poderá ser necessário tomar medicamentos para a fertilidade, antes deste procedimento, aumentando a possibilidade de gravidez gemelar e o risco de síndrome de hiperestimulação ovárica. Utilizando o esperma do companheiro, será necessária uma amostra.

Taxas de sucesso: Cerca de 25% a 30% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 7000€ a 14000€ no total.

 

Transferência intrafalopiana de zigotos  (ZIFT)

Tal como acontece no GIFT, os óvulos são misturados com o esperma (do companheiro ou dador) num laboratório, mas os óvulos são fertilizados  antes da cirurgia de injecção nas trompas de Falópio.

Efeitos secundários:Este procedimento é semelhante ao procedimento de GIFT, esperando menos tempo no laboratório. Pode-se sentir um desconforto temporário no peito e ombros, devido ao dióxido de carbono utilizado durante a cirurgia. Poderá ser necessário tomar medicamentos para a fertilidade, antes deste procedimento, aumentando a possibilidade de gravidez gemelar e o risco de síndrome de hiperestimulação ovárica. Utilizando o esperma do companheiro, será necessária uma amostra.

Taxas de sucesso: Cerca de 25% a 30% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 7000€ a 14000€ no total.

 

Microfertilização (ICSI)

Durante a microfertilização (ICSI) um único espermatezóide é injectado num óvulo e o embrião resultante é colocado no útero.

Efeitos secundários: O esperma poderá ter de ser retirado do testículo com uma agulha microscópica ou através de uma biópsia. Porém, é menos doloroso do que parece.

Taxas de sucesso: Cerca de 35% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 10000€ a 17000€ no total.

 

Doação de óvulos e embriões

Utilizando as técnicas IVF, um óvulo ou um embrião doado por outra mulher é misturado com o esperma do nosso companheiro e implantado no nosso útero.

Efeitos secundários: A escolha da dadora que pode ser um longo processo e uma sensação de perda por não conseguirmos ter um bebé 100% nosso geneticamente.

Taxas de sucesso: Cerca de 43% das mulheres engravidam com este método.

Custo: Este procedimento pode custar entre 10000€ a 20000€ no total.

 

Barriga de aluguer

Uma barriga de aluguer fará a gestação do nosso embrião e abdica totalmente dos direitos parentais.

Efeitos secundários: Podemos sentir que não temos controlo da gravidez: o que é que a pessoa come, se leva uma vida saudável. Devemos escolher alguém com quem possamos comunicar.

Taxas de sucesso: Percentagem desconhecida.

Custo: Este procedimento pode custar entre 15000€ a 50000€ no total.

 

A Associação Portuguesa de Fertilidade (www.apfertilidade.org) publicou no seu site uma lista de custos de tratamentos para a infertilidade em Portugal:

Consultas e ecografias

Primeira consulta de infertilidade (casal)

75 € a 130 €

Consultas de infertilidade

65 € a 90 €

Consultas de ginecologia

65 € a 80 €

Consultas de obstetrícia

65 € a 85 €

Consulta de Psicologia

52 € a 70 €

Ecografia ginecológica

50 € a 85 €

Exames de diagnóstico

Espermograma

60 € a 100 €

Lavagem de esperma

200 €

Papanicolau

45 € a 65 €

Exame da permeabilidade das Trompas de Falópio (por ecografia) SSG, Salpingosonografia;

100 € a 160 €

Exame da permeabilidade das Trompas de Falópio (por radiologia) HSG, Histerosalpingografia;

80 € a 303 €

Teste pós-coital

65 €

Punção aspirativa de quistos

125 €

Colposcopia

70 €

Biópsia Exocolo/Endométrio

30 € a 175 €

Criocoagulação

110 €

Laparoscopia Diagnóstica com Cromotubação *

500 €

Exame da cavidade do útero (ecografia e contraste)

85 €

Biópsia testicular (aspiração e anestesia local)

215 € a 630 €

Biópsia testicular (campo operatório aberto)

750 € a 1.500 €

Congelamento de tecido testicular

250 €

Congelamento de tecido testicular (por cada ano)

100 €

Histeroscopia diagnóstica

150 € a 345 €

Ressectocopia com anestesia geral sem "Versapoint"

350 €

Ressectocopia com anestesia geral com "Versapoint"

625 €

Dilatação e curetagem uterina

230 € a 1.040 €

Tratamentos de fertilização assistida

Estradiol

23 €

Estradiol + Progesterona

36 €

Inseminação intra-uterina (IUI-AIH)

350 € a 570 €

Inseminação intra-uterina com esperma de dador (IUI-AID)

150 € a 940 €

Fertilização in vitro (IVF)

2.500 € a 3.300 €

Fertilização in vitro (IVF) com esperma de dador

3.350 € a 3.930 €

Microfertilização (ICSI)

3.250 € a 4.000 €

Microfertilização (ICSI) com esperma de dador

3.850 €

Microfertilização (ICSI) com biópsia testicular

5.000 €

Microfertilização (ICSI) com doação de ovócitos

5.700 €

Criopreservação de pré-embriões

190 € a 345 €

Criopreservação de embriões

220 € a 800 €

Criopreservação de embriões - Manutenção por cada período adicional de 3 anos

600 €

Descongelamento com transferência de embriões criopreservados

500 € a 1.375 €

Descongelamento sem transferência de embriões criopreservados

230€ a 500 €

Assisted hatching (AH) – Abertura no invólucro do embrião

190 € a 580 €

Cultura prolongada de embriões (cultura de blastocistos)

210 € a 500 €

Custo de manutenção anual da criopreservação de espermatozóides

40 € a 100 €

Portadores de VIH, VHB, VHC, Lavagem e preparação de espermatozóides, Estudo molecular variável

100 €

Diagnóstico Genético Pré-Implantação (DGPI) - Biópsia Embrionária

300 € a 750 €

Diagnóstico Genético Pré-Implantação (DGPI) - Estudo Genético (Génico ou Cromossómico)

variável

Outros

Teste de migração de espermatozóides

100 €

Teste pós-coital com consulta ginecológica

100 €

Punção de quisto

130 € a 285 €

Histeroscopia cirúrgica

750 €

Criopreservação de esperma

125 € a 300 €

Os preços apresentados são meramente indicativos após consultar diversas clínicas da especialidade, a APFertilidade não se responsabiliza por quaisquer alterações que estes preços possam sofrer.

Artigo traduzido e adaptado do original Fertility treatment: Your options at a glance da Equipa Babycenter



Dez coisas que ELES devem fazer antes das tentativas de engravidar

Quando se fala em tentar engravidar assume-se que é um assunto de mulheres, mas para dançar o tango é preciso dois. É um trabalho de equipa e sabemos bem que eles não se interessam muito por livros sobre gravidez, não querem saber se também precisam de tomar vitaminas ou fazer dieta. Por isso, aqui fica uma pequena lista do que ELES devem também fazer:

 

1-Consulta médica

Eles também deverão ter uma consulta médica, especialmente se sofrem de alguma doença crónica, se tomam alguma medicação ou têm problemas de disfunção eréctil. Alguns medicamentos podem afectar quer a qualidade, quer a quantidade do esperma, podendo mesmo causar problemas de fertilidade masculina. Por isso, eles devem também ter uma consulta de planeamento familiar. Aqui estão alguns tópicos que deverão ser abordados na consulta e que podem afectar directa ou indirectamente a fertilidade masculina:

1-Ingestão de medicamentos, suplementos de ervanárias, esteróides,...

2-Doenças sexualmente transmissíveis

3-Histórico familiar de doenças

4-Exposição a produtos potencialmente tóxicos no emprego.

 

2-Histórico familiar de doenças

O ideal é tentarmos saber o máximo possível sobre o nosso historial médico familiar: se alguém na família sofre ou sofreu de síndroma de Down, anemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs, atraso mental ou outros atrasos no desenvolvimento, defeitos físicos de nascença,...

Quanto mais informações tivermos melhor.

 

3-Comida saudável

Bye, bye fast food!

Saibam, senhores, que a fast food também poderá afectar negativamente a vossa fertilidade. Por isso, não só a futura mamã deverá alterar a sua dieta, mas também o futuro papá o deverá fazer. Aliás, especialistas em fertilidade recomendam também a ingestão de suplementos vitamínicos com ácido fólico, anti-oxidantes, aminoácidos, zinco e vitamina C.

 

4-Festas

Bye, bye party time!

Pois é, não é necessária a reclusão de um monge, mas quando sairem evitem ao máximo o tabaco, álcool e drogas que afectam o esperma.

 

5-Produtos tóxicos

Uma exposição regular a produtos tóxicos no local de trabalho, como solventes e pesticidas, afectam directamente o esperma, podendo levar a partos prematuros e deficiências à nascença. Três meses antes das tentativas eles devem afastar-se completamente deste tipo de produtos.

 

6-Contas à vida

Este é o momento certo para se fazer contas. Sim, porque ter um filho não é nada barato, desde consultas, fraldas, infantário,... É melhor cair na real já, do que apanhar o susto mais tarde.

 

7-Boxers, comprem já

Usar boxers versus cuecas (dito assim parece ridículo!) é muito melhor para a fertilidade masculina. Muitos dizem que os boxers dão mais espaço e mantêm a temperatura dos testículos baixa, e por isso o esperma mantém-se mais saudável.

 

8-Saiam já da banheira

Evitar banhos de banheira e saunas. O calor mata o esperma.

 

9-Bicicleta jamais!

Estudos indicam que andar de bicicleta durante horas podem diminuir o volume do sémens e a contagem e mobilidade do esperma. É considerado prejudicial mais do que 2 horas por dia, 6 dias por semana.

Para além de poder prejudicar a genitália masculina, o uso de calções de ciclista durante horas, provoca o aumento de temperatura que consequentemente mata o esperma.

 

10-Relaxar

Relaxem, passeiem, usufruam esta nova fase das vossas vidas.

Artigo traduzido e adaptado do original Future fathers: 10 ways to help her get pregnant da Equipa BabyCenter

publicado por babyblues às 00:01 | link do post | partilhar